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Hachi




Que eu gosto de cachorros todo mundo sabe. Minhas tentativas frustradas de ter um, alguns sabem. Minha grande expectativa de adquirir um cão como integrante da família, isso ninguém sabe. Assisti o filme: “Hachiko a dog's story” esse final de semana, traduzido mal para “Sempre ao seu lado”. Chorei muito, mas isso é inevitável, o filme realmente é de emocionar até os mais durões. Desafio qualquer um que tenha visto o filme de não ter pelo menos lacrimejado, mas o que me doeu lá no fundo é essa vontade de ter um cão. Não só de ter um cachorro, mas de ter um amigo fiel, um companheiro com quem brincar, conversar, brigar, passear e rir. Chame de carência, egoísmo ou infantilidade. 

Claro, vai me dizer que eu tenho uma rotina agitada, que trabalho, estudo, não paro em casa e nem lar próprio eu tenho! Falta-me toda a estrutura de possuir um cão. Do qual precisa de atenção, comida, passeio e disciplina. Mas eu quero, poxa. Desde criança gostei de bicho, meus filmes prediletos envolviam cães, gatos, macacos... É como se faltasse algo para me completar. Equilibrar razão com emoção é complicado. Ação e sossego aqui caminham juntos. Eu sou viagem, montanha russa, teatro, circo, luxo, dança, salto alto, canto, agito, rodovia, livros e fast food. Mas também sou brisa, capim, fogão a lenha, poço, pé no chão, gado, mãe, rede, avental e feijoada.

Tá mas e o cãozinho? Eu posso ter?

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